As dificuldades de Acesso às novas tecnologias

Quando analisamos o grau de acesso dos africanos às novas tecnologias de informação, tornam-se evidentes o baixo nível de qualidade das infraestrutura do território e as dificuldades de desenvolvimento do continente.

A começar pelas redes e infraestrutura de enrgia elétrica, percebemos que a África é um continente de grandes carências, de profundas limitações estruturais. Entre os anos de 1971 e 1993, o uso comercial da energia elétrica pasosu dede 251 para 288 kW per capita, enquanto, no mesmo período, países emergentes da América Latina tiveram um saldo de consumo de 255 para 536 kW e, nos países desenvolvidos, as médias de consumo eram de 4.600 kW.

No que se refere aos sistemas de telecomunicção, o território africano apresenta enorme defasagem: em 1998, havia em Angola apenas 6 linhas  teefônicas para cada 1000 pessoas; nos países emergentes, como México, a média era de 104 para cada 1000 habitantes e, no Estados Unidos , 661. Países como Benin e Burkina Faso têm um computador para cada 1000 habitantes, enquanto na Austrália esse número é de 412 computadores para cada 1000 pessoas.

A ausência ou a deficiência de infraestrutura nos países africanos resulta na impossibilidade de atrair investimentos, o que criaria postos de trabalho  em diversas atividades modernas que demandam mão-de-obra qualificada. Sem a modernização das atividades e a qualificação da mão-de-obra, ficam inviabilizadas a geração e a distribuição de riqueza, completando-se o cilco de pobreza no qual os países africanos estão inseridos em menor ou maior grau.

Sonia Casselli

Texto extraido do livro Projeto Araribá – 9 ano.

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A presença africana no Brasil – Extraído do livro Conexões Volume 2.

 

Os primeiros grupos de africanos escravizados desembarcaram no Brasil por volta de 1550. A captura de pessoas na África e sua venda nas Américas eram essenciais para o aumento da produção colonial, permitindo a intensificação das trocas de matérias-primas tropicais por manufaturados entre a América e a Europa.

Se por um lado a mão de obra escravizada foi essencial para ter garantidos empreendimentos econômicos coloniais, por outro, o próprio tráfico de escravos se tornou um negócio rentável, mantendo-se ativo por séculos. Apenas em 1.850, com a promulgação da lei Eusébio de Queirós, essa atividade foi proibida. No entanto, o escravismo perdurou até 1.888, quando a lei Áurea, aboliu a prática.

As péssimas condições de transporte dos africanos em navios negreiros, a exploração intensa do seu trabalho, os castigos impostos e as condições precárias de vida faziam os índices de mortalidade superar os nascimentos desse grupo. Além do impacto demográfico causado na África, esse quadro acabava alimentando ainda mais o tráfico de pessoas, tão baixa era da expectativa de vida do negro escravizado.

De acordo com o relatório do desenvolvimento humano –  Brasil 2.005, foi por meio do comércio de cativos e da exploração de seu trabalho que se acumularam as maiores fortunas do Brasil, na virada do século XVIII para o XIX. O desempenho da economia dependia da mão de obra africana, utilizada em diversas atividades produtivas fundamentais. Essenciais nas plantações de cana de açúcar, na mineração e início do cultivo do café, os africanos escravizados também eram responsáveis pelo cultivo de subsistência, tal como as lavouras de mandioca, milho, feijão, para o seu próprio sustento e o do senhor, além de participarem nos trabalhos domésticos e urbanos.

 

Por Sonia Regina Casselli

O Brasil de olho na África – Texto extraído do livro ATUALIDADES DO VESTIBULAR 2010.

Desde o início do mandato, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou seis viagens à África, visitando 16 países. Essa ação diplomática reflete o crescente interesse brasileiro no continente. Se em 2000 o comércio Brasil e África movimentava 3,1 bilhões de dólares, em 2008 saltou para 26,3 bilhões.

O Brasil importa de lá principalmente petróleo e minérios e exporta açúcar e veículos. Em 2008, três países concentravam 51,8% das exportações brasileiras ao continente: Nigéria, África do Sul e Angola. É com os angolanos, por sinal, que o Brasil tem maior afinidade comercial. Empresas brasileiras, como a Odebrechet e a Petrobras, movimentam mais de 10% do PIB de Angola.

O Brasil também mantém parcerias comerciais com Moçambique, São Tomé e Princípe, Guiné Bissau e Cabo Verde, as outras nações africanas que, assim como angola, pertencem à Comunidade dos países de Língua Portuguesa (CPLP) – organização criada para promover as relações entre as nações que falam português.

 

Por Lucielena Batistone Vieira.

 

O Ser Humano surgiu na África – Texto extraído do livro ATUALIDADES DO VESTIBULAR 2010.

A África é o berço da humanidade, segundo as evidências científicas existentes hoje em dia sobre a origem dos seres humanos. Acredita-se que o primeiro ancestral do homem tenha vivido há cerca de 4,4 milhões de anos na região que hoje corresponde à Etiópia. No fim do ano de 2009, a revelação dos esqueletos de uma fêmea da espécie Ardipithecos ramidus reforçou ainda mais essa tese. “Ardi”, como foi batizada, é o fóssil mais antigo de um homenídeo de que se tem noticia.

Já o Homo sapiens, espécie à qual pertencemos, surgiu entre 210 e 150 mil anos atrás. De acordo com o estudo da Universidade da Pensilvânia divulgado no ano de 2009, os primeiros seres humanos modernos viveram na região que se situa na fronteira entre Angola e Namíbia. Há 50 mil anos, o homem teria deixado a África, cruzando o mar Mediterrâneo em direção à Ásia, e dali, partido para outras partes do mundo.

A Etiópia possui vários sítios arqueológicos que comprovam esses fatos.

 

Por Lucielena B. Vieira.

O SAARA AMEAÇA INVADIR TERRAS FÉRTEIS DE MALI

Pequenas vilas rurais com moradias de barro, abrigam quem trabalha nas plantações de arroz.

REPÚBLICA DO MALI  – DESERTO SEM FIM 

Texto adaptado “Revista Horizonte”, dezembro 2009. Por Sergio Adeodato.

A VIDA, A CULTURA E AS AMEAÇAS NO PAÍS DA ÁFRICA QUE JÁ SOFRE COM O AQUECIMENTO GLOBAL.

O texto fala sobre a república do Mali, um dos países mais pobre do mundo ocupado em sua faixa norte pelo deserto do Saara. Chegar lá é uma aventura perigosa, com tempestades de areia, pilhagem de terroristas do Al Qaeda refugiados no deserto desabitado. Mas algo ameaçador acontece naquela paisagem inóspita, as ações do homem em todo o planeta. O deserto está aumentando. As causas prováveis, de acordo com cientistas da Organização meteorológica Mundial, vêm do homem: o aquecimento global.

Na região de Mopti, na parte mais alta ao sul do deserto em território maliano, a temperatura média atual é 1ºC mais quente que 50 anos atrás, afirmam os cientistas.

A desertificação atinge em cheio o rio Níger, um dos maiores e mais importantes da África. Suas águas nascem nas montanhas da fronteira da Guiné com Serra Leoa e percorrem 4.180 km até atingir o Atlântico, sendo fonte de abastecimento e irrigação de cultivos.

Desde a década de 1970, as chuvas diminuíram 20%, reduzindo o volume dos rios pela metade. O Níger perde por ano 30 bilhões de metros cúbicos de água e, minguado entope com os sedimentos que escorrem das plantações, agravando os efeitos da desertificação. A região do delta, a mais importante planície alagável do oeste africano, encolheu 50%.

As mudanças no ambiente espalham doenças endêmicas, como a malária, para regiões antes imunes.

Mali tenta se preparar em mudar a cultura da nova geração nas práticas agrícolas. A ONG Mali Folk Center em parceria com o governo tentam demonstrar para os jovens que é possível produzir de maneira limpa. Segundo a geógrafa Oumon Dicko, responsável pela escola. “O desafio é recuperar práticas agrícolas antigas, como o aproveitamento da água da chuva, perdida no tempo pelo uso massivo de poços subterrâneos.”

Mali tornou-se independente da França, na década de 1960. Tinha na época 3 milhões de habitantes. Hoje são mais de 12 milhões e 85% dependem dos modelos tradicionais de produção no campo. ”Plantar árvores, reduzindo a área produtiva, é visto como insulto aos chefes das comunidades” explica Michel Cadalen, coordenador do programa de Cooperação bilateral Mali-Luxemburgo.

Outra questão é a corrupção. “Pelo menos 10% da ajuda internacional que chega a Mali é desviada pela corrupção”, lamenta Cadalen.

Mais imagens em www.horizontegeografico.com.br                              Por Elisabete Vargas

O rio Níger, um dos maiores da África, na região de Mopti, sofre processo de desertificação na sua bacia.

Diversidade Cultural

A diversidade da cultura africana é muito grande, a África é o continente

Dança Africana

Maracatú

mais antigo do planeta, onde surgiu o homem.  É nela que foram encontrados os mais antigos fósseis, cerca de cinco milhões de anos atrás.   O primeiro país a se constituir na África foi o Egito, há cerca de cinco milhões de anos. Desde o início de sua colonização foi explorada em suas riquezas.     A população da África evoluiu uma cultura cheia de contraste e dimensões, falam um número grande de línguas, praticam diversas religiões, tem poucas atividades econômicas devido à extrema pobreza.

Na África existem muitas tribos, grupos étnicos e sociais,  alguns com milhões de adeptos, outros com grupos menores. Dentro de um mesmo país pode ter mais de cinquenta grupos étnicos, com culturas diferentes, uma grande diversidade cultural africana.  Esse mosaico de culturas entra também nas vestimentas, muitas cores e estampas, desenhos bem variados dependendo da cultura.   A arte é outro ponto de destaque na África, máscaras, esculturas de madeira, com formas angulosas, assimétricas e distorcidas, objetos sagrados que contém a força vital da natureza ou de um espírito.  Acreditam que o homem precisa respeitar a Natureza, as pessoas, prezar a moral, a religião, para que não sejam punidos pelos espíritos.  Prezam muito os valores e ensinamentos aprendidos e repassados de geração em geração.   Seus ritos são realizados em “terreiros”, “centros”, ou seja,  lugares determinados com muitas danças, orações comunitárias, cantos.  A quantidade de escravos que vieram para o Brasil é muito grande, no início não puderam fazer suas manifestações, rituais, costumes, pois eram vistos como cultura atrasada,  devido a isso era tudo escondido, inclusive a capoeira. Mais tarde, século XX começaram a ser aceitos,  hoje fazem parte do calendário nacional.  A lei nº 10.639, criada em 2003, passou a exigir que as escolas do Brasil incluísse no currículo o ensino da história e cultura afro-brasileira.  A influência africana na cultura brasileira existe até os dias atuais, aqui temos a maior população de origem africana  fora da África, principalmente na Bahia, capoeira, candomblé, culinária, danças.   O samba, é sem dúvida, a principal influência africana na música brasileira, estilo que nos dias de hoje é cartão postal no Rio de Janeiro, o Carnaval.  Mas os tambores de África trouxeram também outros cantos e danças. Além do samba, a influência negra na cultura musical brasileira vai do Maracatu à Congada, Cavalhada e Moçambique. Sons e ritmos que percorrem e conquistam o Brasil de ponta a ponta.   Na mesa do brasileiro também tem muita influência africana, vatapá, baba de moça, acarajé, bala de coco, mungunzá, sarapatel,  cocada e a maior de todas, a feijoada, um dos pratos mais saborosos e degustados da culinária nacional.

No Parque do Ibirapuera, São Paulo, foi criado um Museu Afro Brasil, muito rico em peças, quadros, vestimentas, instrumentos da cultura africana.   Neste Museu podemos encontrar um grande acervo de pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XV e os dias de hoje. O acervo tem diversas faces da cultura africana e afro-brasileira, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a diáspora africana e a escravidão, e registrando a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.

Véra de Paula

PIRATARIA NA SOMÁLIA

A pirataria na costa da Somália tem sido uma ameaça à marinha mercante internacional desde o início da guerra civil daquele país, na década de 1990.Desde 1998 há relatos deste tipo de atividade, reportado por diversas organizações internacionais, incluindo a Organização Marítima Internacional e o Programa Alimentar Mundial expressaram sua preocupação com o aumento nos atos de pirataria. A atividade contribuiu para um aumento nos custos do transporte marítimo, e impediram a entrega de remessas assistenciais de alimentos. Noventa por cento das remessas do Programa Alimentar Mundial são enviados pelo mare os navios passaram a precisar de escolta militar.

As condições socioeconômica do país com a falta de um governo central, aliados à localização do país no Chifre da África, criaram as condições apropriadas para o crescimento da pirataria na região, no início da década de 1990. Com o colapso do governo central, barcos e navios pescando ilegalmente nas águas da Somália passaram a ser comuns. Os piratas estavam interessados, inicialmente, em assumir o controle das águas do país antes que empresários ou milicianos se envolvessem. Os atos de pirataria foram interrompidos temporariamente com a ascensão ao poder da União das Cortes Islâmicas, em 2006, quando a lei islâmica foi implantada no pais. As atividades de pirataria foram, no entanto, retomadas depois da invasão da Somália por tropas da Etiópia.

A maioria dos Piratas tem entre 20 a 35 anos, alguns são antigos pescadores que se viram prejudicados pelos navios extrangeiros pescando emáguas  Somalis.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, e depende dos programas de ajuda humanitária.

Elisabete Vargas

O SAARA E O VALE DO RIO NILO

O SAARA E O VALE DO RIO NILO

 

O Egito é um país do norte da África que inclui também a península do Sinai, na Ásia, o que o torna um estado transcontinental. O país é conhecido pela sua antiga civilização e por alguns dos monumentos mais famosos do mundo, como as pirâmides de Gizé e a Grande Esfinge. Ao sul, a cidade de Luxor abriga diversos sítios antigos, como o templo de Karnak e o vale dos Reis. O Egito é reconhecido como um país política e culturalmente importante do Médio Oriente e do Norte de África.

A civilização egípcia antiga teve o rio Nilo como algo de extrema importância, já que a região onde está localizado o país é formada por um deserto, o Saara. O rio era utilizado como via de transporte (através de barcos) de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo  a agricultura.

Hoje o Rio Nilo ainda propicia área úmidas e férteis, fornecendo água e solos agricultáveis, além da irrigação em áreas adjacentes, possuindo em suas margens muitas aglomerações humanas como, por exemplo, Cairo, Alexandria, no Egito, e Cartum e Ondurman, no Sudão.

Quanto ao Deserto do Saara, localizado no norte do continente africano, estendendo-se do Oceano Atlântico até o Mar Vermelho. Podemos destacar a Cadeia do Atlas, na aridez do deserto, que em razão de suas elevadas altitudes e orientação transversal, impede a passagem dos ventos que chegam do norte carregados da umidade do mar.

Elisabete Vargas

África – Resumo – Extraída do livro Atualidades do Vestibular 2010.

Divisão Geográfica:

O continente pode ser dividido em duas grandes regiões. A África Setentrional reúne seis países, cinco ao norte do deserto do Saara, e sua população é predominantemente árabe. Ao sul do Saara estão 47 países da África Subsaariana, que conta com habitantes majoritariamente negros.

Miséria:

Das 24 nações com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), 22 estão na África Subsaariana. Mais da metade dos 1 milhão de subsaarianos possui renda inferior a 1,25 dólares por dia.

AIDS:

A doença é a principal causa de morte prematura na África Subsaariana. Três quartos das mortes por AIDS em todo o mundo ocorrem na região, que ainda abriga dois terços da população soro positivo do planeta.

Herança Colonial:

O continente sofre com os efeitos das políticas impostas durante a colonização, como a pilhagem dos recursos naturais e a imposição de fronteiras artificiais. Mesmo com a soberania alcançada na segunda metade do século XX, a maioria dos países africanos não conseguiu desenvolver-se e continuou dependente do exterior.

Novo Colonialismo:

Atraída pelo petróleo africano, a China vem investindo pesadamente no continente desde 2000, o comercio bilateral aumentou dez vezes. EUA, Reino Unido e França são outros países com forte presença comercial na África. As exportações de petróleo ajudam a impulsionar a economia africana, que vem crescendo 5% em média ao ano. Contudo, esse progresso não é traduzido em bem-estar para a população.

Conflitos:

Disputas por terras e recursos naturais, somadas às condições de miséria da população, estão entre as principais causas dos conflitos no continente. A crise humanitária em Dartur, no Sudão, e a guerra na Republica Democrática do Congo (RDC) são os principais focos de tensão.

As duas Áfricas – Texto extraído do livro ATUALIDADES DO VESTIBULAR 2010.

Em termos geográficos e humanos, o continente apresenta duas grandes sub-regiões: a África Setentrional (ou África do Norte) e a África Subsaariana. O limite natural entre ambas é o deserto do Saara. Imediatamente ao sul do deserto há uma faixa semiárida conhecida como Sahel (parte da África Subsaariana).

Os seis países da África Setentrional têm características físicas e humanas semelhantes às das nações do Oriente Médio. Com clima desértico, a região é majoritariamente ocupada por povos árabes, que desde o século VII, difundiram sua língua, sua cultura e o islamismo. A porção mais ocidental dessa região, conhecida pelo nome de Magreb (que significa poente, em árabe), compreende o Marrocos, a Argélia e a Tunísia. Os outros três países da África Setentrional são Líbia, Egito e Djibuti, Já a África Subsaariana reúne os 47 países ao sul do deserto do Saara e possui população predominantemente negra, com hábitos, idiomas e religiões distintos dos encontrados no norte da África.

O Sahel é a área de transição entre a África Setentrional e a Subsaariana. Abrange 12 países africanos num corredor que corta o continente de oeste a leste: Mauritânia, Senegal, Mali, Burkina Fasso, Níger, Nigéria, Chade, Sudão, Eritréia, Etiópia, Djibuti e Somália. No decorrer dos séculos a população nativa foi influenciada pelos árabes ao norte e pelos europeus que chegaram ao continente pela costa. Essa diversidade cultural está na origem das rivalidades étnicas e religiosas no Sahel.